Monotrilho de Moscou (Московский монорельс)

Se você vai a Moscou assistir a uma Exposição de conquistas de arte popular (VDNH) ou, por exemplo, a torre de tv, você é obrigado a ver isso! Uma agradável lagarta de ferro, rastejando na altura aproximadamente do quarto andar de um prédio.

Conheça, o monotrilho. O mais jovem, o mais imprevisível e o pior transporte de Moscou.
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O monotrilho de Moscou teve a sua abertura há 11 anos atrás. Ele tem apenas 6 estações, e o comprimento de caminhos-de 4,7 quilômetros de extensão. O nome “monotrilho” ocorreu devido ao fato de que os trens passam por um amplo e único trilho. O trem NÃO toca do trilho, e paira no ar! Foi instalado sob vagões ímãs, fazendo com que comboio deslize a 15 centímetros acima do trilho.
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Hoje, uma viagem de monotrilho custa 28 rublos (1,66 reais). O governo de Moscou sempre diz que o monotrilho só traz prejuízos. O orçamento da cidade diz que é muito mais barato transportar todos os passageiros de graça de táxi, do que manter o monotrilho no sistema de transporte. Constantemente, há rumores de que o monotrilho vai ser desmontado. No entanto está funcionando até hoje!
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O monotrilho é um tipo de transporte muito imprevisível. O intervalo de movimento entre os trens é de 7 a 30 minutos (intervalo entre os trens do metrô é de apenas um minuto e meio). Durante o verão, o monotrilho é muito sufocante, pois não há ventilação.
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O monotrilho é o mais lento transporte público da Capital. Russa. A sua velocidade média é de cerca de 15 quilômetros por hora.
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A maioria dos moradores de Moscou, que vivem em constante pressa, odeiam o monotrilho pela lentidão e imprevisibilidade. Mas os turistas adoram o sistema de transporte monotrilho. Porque esta é uma excelente oportunidade de ver a Moscou em uma boa altura e por apenas 1,66 reais 🙂
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Andrei Tarasov
Andrei Tarasov

Nasceu em 1989 na cidade de Izhevsk, Rússia. Desde os 17 anos trabalhou no jornal local de sua cidade e aos 19 anos mudou-se para viver em Moscou, e passou 6 anos na televisão trabalhando como repórter e redator. Mora no Rio de Janeiro desde 2014. Ama aviões, gatos, e claro, jornalismo.